CordelTex #1


Salve, pards!

Com o propósito de dar espaço a todos os leitores de Tex aqui no Brasil, damos início nesse post um espaço que iremos chamar de CordelTex.

Não à toa.

Um de nossos sócios honorários é o ilustríssimo Rouxinol do Rinaré, famoso entre todos nós por ser um conceituado cordelista cearense e, acima de tudo, leitor de Tex.

Rouxinol do Rinaré é o nome artístico de Antonio Carlos da Silva. Nasceu em 1966, no Rinaré, Quixadá - Ceará. Sua formação, como leitor e escritor, tem bases nos cordéis que ouvia ler quando criança.

Tem mais de 80 cordéis publicados e 20 livros (infantis e juvenis), por várias editoras do país. Ganhou os prêmios com vários prêmios em sua carreira é coautor de Cordel: criar, rimar e letrar (Editora IMEPH), livro selecionado pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo para o projeto Livros na Sala de Aula (2013). Tem seu trabalho citado na França, em revistas como a Quadrant, Latitudes e Infos Brèsil.
Rouxinol do Rinaré é referência, junto a outros cearenses, no Museu da Língua Portuguesa de São Paulo. Sua obra é estudada no meio acadêmico, onde já foi citado em mais de dez trabalhos, entre teses e monografias. 

E agora, o nosso rouxinol nos presenteará toda semana com seus ricos versos, sempre acerca de Tex e seus pards.

Para a inauguração do espaço, Rouxinol nos dá o deleite de leitura de um cordel inédito, baseado em alguns textos de outros pards em suas redes sociais, sobre o motivo de ler Tex.

Aprecie!


Por que ler Tex?


Ler Tex, antes de tudo,
É lazer, é diversão,
É adquirir cultura,
É vibrar com emoção
Com os mais fantásticos enredos
Do mundo da ficção!

Ler Tex é conhecer
Geografia e História,
A saga do velho oeste,
A derrocada e a glória
De vários povos da terra
Pra guardarmos na memória.

Tramas clássicas do oeste,
Magia, mundo perdido,
Cultura viking e asteca,
O Alien desconhecido,
Tudo isso e muito mais
Em Tex eu tenho lido.

Tex traz em suas páginas,
Com muita sabedoria,
Sonhos de um mundo melhor
E a necessária ousadia
De lutarmos por justiça
Como sagrada utopia.

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